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Abra de alguma lucidez audível / o que nem sabe-se por palavras nem / na música caminha, nem o silêncio anuncia-o [...] (J.O.Travanca Rego)

09 outubro, 2008

Le Clézio

O autor de um livro aos 23 anos chamado «Les Procès Verbal*» (não traduzido) e de duas obras maiores da literatura francesa, DESERTO (antecipação notável do que hoje o Sul da Europa vive com a imigração ilegal, com tradução magnífica de Fernanda Botelho, D.Quixote, 1986) e Índio Branco (tradução de Júlio Henriques, Fenda, 1988) é o novo Nobel da Literatura.
* Correcção: existe tradução deste livro com o título O Processo de Adão Pollo, Ed.Europa-América, 2008, Trad. de Manuel Villaverde Cabral

8 comentários:

Anónimo disse...

Para quando um comentário sobre a nova obra salvadiana?António Salvado é um poeta que, e bem, continua imparável nas suas equilibradas arqueologias e arqueitecturas verbais
LL

Elsa disse...

A que obra se refere?

Anónimo disse...

Apenas meia dúzia de linhas para o novo Nobel da Literatura ?
É apenas mais um Nobel ou é um ESCRITOR a ler ?

Anónimo disse...

Apenas meia dúzia de linhas para o novo Nobel da Literatura ?
É apenas mais um Nobel ou é um ESCRITOR a ler ?

Luís-Cláudio Ribeiro disse...

É um autor a ler. Deserto e o Índio Branco marcam. Assim como La Quarantaine (ainda não traduzido). Para o confronto entre a cultura indígena e o homem branco, tão visceral em Le Clézio, e que os senhores da Academia relevaram, há, nas edições Gallimard (Folio) dois interessantes livros: Onitsha e Voyage à Rodrigues.

Anónimo disse...

Obrigada pela resposta tão pronta e documentada.
Vou à procura...

Anónimo disse...

Procurei...
Só encontrei O CAÇADOR DE TESOUROS (Assírio e Alvim)...Les Chercheurs de L'Or (?) no original.
Será bom para me iniciar na escrita de Le Clézio ou será melhor esperar pelas reedições das traduções já esgotadas ?

Luís-Cláudio Ribeiro disse...

É um bom livro com uma excelente tradução de Ernesto Sampaio.